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O QUE SIGNIFICA TER UM MESMO SONHO VÁRIAS VEZES?

Pergunta: Um senhor, em perfeita saúde, física e mental, teve o mesmo sonho durante várias noites seguidas; nesse sonho ele fala a uma reunião composta principalmente de seus amigos e conhecidos. Durante seu discurso ele explica que está sonhando e que todas as pessoas que estão diante de si não passam de um produto de seus sonhos. Uma das pessoas da audiência pede-lhe uma prova da veracidade dessa asserção, e ele responde que pensará sobre o assunto quando despertar e explicará suas razões no próximo encontro que tiverem na terra dos sonhos. Todos riem dele e chamam-no de lunático. Este sonho torna-o muito confuso e ele esta ansioso por saber como pode convencer aquelas criações de seu sonho de que a experiência é, de fato, um sonho?

Resposta: A fim de sermos capazes de julgar inteligentemente os vários estados de consciência do ser humano – lucidez, sonho, sono etc. – é necessário que conheçamos a constituição e a função dos vários veículos mais sutis que, juntamente com o Corpo Denso, constitui o ser complexo a que chamamos ser humano. Temos neste mundo, quatro reinos: o mineral, que é praticamente desprovido de sentimento, embora possa responder e reagir a certos estímulos, mas não pode sentir amor nem ódio. Sob a ação de um martelo ou numa fornalha pode mudar de forma ou composição, mas não dá quaisquer sinais de emoção. Sua consciência é semelhante a do ser humano num transe muito profundo ou na morte, quando somente está presente o corpo físico.

O vegetal é diferente. Ele vive e respira. Inala dióxido carbônico que constitui uma grande parte do sou corpo. Exala a vida, fornecendo oxigênio. A seiva flui em seu tronco e folhas. Em resumo, o vegetal apresenta os mesmos fenômenos vitais que nós, durante um sono sem sonhos, pois neste estado nosso Corpo Denso é interpenetrado por um Corpo Vital composto de Éter é um veículo semelhante interpenetra o tronco físico, galhos e folhas de planta. Também o vegetal não conhece emoções. O amor, o ódio, a alegria e a tristeza são estranhos a ele, pois não tem um Corpo de Desejos semelhante ao que possuem os animais ou o ser humano. Devido à posse desses veículos o ser humano e o animal podem mover-se e satisfazer seus desejos. Para atingir este ultimo fim o ser humano usa a Mente, um veículo que o animal não possui, e quando desperto todos os seus veículos são concêntricos, interpenetram-se uns aos outros, tornando-o apto a viver, mover-se e raciocinar. Mas o próprio ato de dormir significa uma reversão à consciência do vegetal e isso implica necessariamente numa separação dos veículos superiores e inferiores. Retira-se o Ego, envolvido na Mente e no Corpo de Desejos, deixando sobre o leito apenas o Corpo Denso, interpenetrado pelo Corpo Vital.

Contudo, há ocasiões, por exemplo, quando estamos muito absorvidos em nossos afazeres diários ou quando estamos excessivamente fatigados, em que o Ego não pode efetuar uma separação completa dos veículos superiores e inferiores. Então o Corpo de Desejos continua a interpenetrar os centros cerebrais, devido à posição dos vários veículos serem, por assim dizer, anômala.

Nessa condição a razão fica completamente a parte e a consciência humana torna-se semelhante aos animais que não tem Mente e fica incapaz de qualquer ação lógica. É então que as coisas mais grotescas e absurdas parecem perfeitamente naturais para a pessoa que sonha, ela as aceita como um animal aceitá-las-ia, e os sonhos que ocorrem nessa condição dos veículos humanos, são geralmente absurdos ao extremo. Uma parte do Corpo Vital, composta dos dois Éteres superiores, que são veículos do senso de percepção e memória, é retirada durante toda a noite. Cessa, então, o estágio ilusório da terra dos sonhos, e o ser humano torna-se semelhante a uma criatura que tivesse duas existências – uma delas vivida fora do corpo na terra dos sonhos, onde se comporta de maneira razoável, usando de discernimento para julgar suas ações e as das pessoas com quem se encontra. Como não aprendeu a focalizar sua consciência ao sair ou entrar no corpo, nem sempre pode efetuar a separação correta de seus veículos, nem recordar exatamente o que ocorreu. Somente a iniciação, nas mais recônditas esferas, fornece o conhecimento necessário.

O cavalheiro, mencionado na pergunta evidentemente, está de posse das suas faculdades quando entra na terra dos sonhos, mas não está, ainda, interado de alguns fatos referentes a esse mundo. Ele se engana quando supõe que o auditório a quem se dirige é simplesmente “uma criação de seus sonhos” e não é de todo impossível que a resposta seja afirmativa, se ele tiver coragem suficiente para perguntar a uma das pessoas que viu em seus sonhos se ela compareceu a tal e tal reunião. Alem disso, quando lhe for fornecida esta explicação, é possível a ele reunir-se com todas as pessoas a quem viu em sonhos e ao prepara-Ias para a pergunta, e mesmo antes que a anuncie, certamente descobrirá alguém que se lembrará de ter tido uma experiência semelhante à dele.

Vendo, então, que a vida durante o sonho não é uma existência ilusória, mas uma realidade, não haverá meios de provar as pessoas da terra dos sonhos que ela é uma ilusão.

(P&R da Revista Serviço Rosacruz ago/80 – Fraternidade Rosacruz SP)

 

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